O CAVALEIRO SOLITÁRIO (POR LUIZ)

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Muita gente vem falando mal de ‘O Cavaleiro Solitário’. No Mojo Box Office, vemos que o blockbuster teve um faturamento ralo para um filme da sua categoria e com tantos elementos certeiros para que um filme dê certo. Mas eu não concordo com essa opinião que desmerece tanto um filme tão divertido. Muito bem. Vamos falar dele.

Há muito tempo, ‘Piratas do Caribe’ morreu (claro, o primeiro é um dos filmes preferidos de todo mundo e é excelente, podendo ser revisto sempre). O terceiro filme deu uma boa grana, mas o público já achou fraco. O quarto nem se fala. Em 2013, a dupla Gore Verbinski (diretor/produtor) e Jerry Bruckheimer (produtor) – que são pai e mãe da quadrilogia de Jack Sparrow – vem para o Western. E trazem, consigo, as sequências irreais, quase sempre encabeçadas por um humor precisamente desajeitado de Johnny Depp ao lado de um galã – Armie Hammer, aqui, tem uma pinta de galã maior que a de Orlando Bloom, em ‘Piratas’.

Johnny Deep continua um ótimo ator que alegra os nossos olhos quando aparece. Armie Hammer é bom, mas sua atuação nos momentos de drama é ofuscada pelos momentos de comédia, mas ele é bom. Helena Bonham Carter faz uma prostitua que é mais coadjuvante do que se imagina e William Fichtner fez um vilão do qual eu gostei bastante.

Hans Zimmer, mais uma vez, dá seu toque certeiro na trilha. Com o tema de abertura de Guilherme Tell – o eterno tema do personagem Cavaleiro Solitário – ele fez um tema grandioso. Aliás, já que estamos falando dessa música, vamos falar da última sequência de ação do filme.

Há tempos, eu sinto a necessidade de ver ação no cinema. Mas ação mesmo, com tiros, perseguições, explosões, surpresas, tensões, beijos com violinos crescendo no background e alívios cômicos no meio da bagunça. E ‘O Cavaleiro Solitário’ me deu um belo presente. Uma perseguição, envolvendo trens, de quase 10 minutos, ao som da empolgante música de Hans Zimmer.

O filme pode parecer meio fraco, em alguns momentos, mas é só lembrar que estamos falando de Disney. E não é a Disney que produziu ‘Os Vingadores’, meio escondidinha. É a Disney que produziu Peter Pan, com a assinatura do Seu Valdisnêi em cima do logo do filme.

Recentemente, o filme entrou na lista de melhores de 2013 (até então) do Tarantino, e, por isso, estão revendo as críticas nesses últimos dias. Pois é. Tempos modernos. Um filme é ignorado e sofre revisionismo no mesmo ano e que foi lançado. É muita rapidez. Pois bem. ‘O Cavaleiro Solitário’ também estaria na minha lista de melhores de 2013 (até então) se eu não tivesse preguiça de fazer uma lista.

Um filme divertido para ver com a família num domingão. Tudo aquilo que a Disney quer. E que, de vez em quando, nós tanto precisamos. E esse deve ser o próximo filme que você verá com toda a família no domingão.

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