GRAVIDADE (POR LUIZ)

 

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Gravity é o filme do momento. Parecia ser arriscado, um filme que compreende o silêncio e a tediosidade que é, para a maioria das pessoas, o espaço sideral; sem som, sem gravidade, sem Mc Donald’s…

Mas, enfim, conseguiu ser o filme do momento.

Alfonso Cuarón, o diretor do filme, junto com Jonás Cuarón (pelo mesmo sobrenome, especulo que seja alguém da mesma família do diretor, pois não acredito em coincidências…) escreveram um roteiro interessante, com uma trama atraente sobre o que acontece com os astronautas lá em cima em um acidente, uma situação aquém do nosso mundo. (Ok, parei com esses trocadilhos).

Por mais longe que esses astronautas estivessem da Terra, o filme é muito pé no chão. É uma situação de crise a qual muitos de nós nunca vimos com tantos detalhes e tanto aprofundamento – apenas pensamos, vez ou outra, na vida aonde as pessoas ficam falando “Houston isso, Houston aquilo…”  e andando como se estivessem em uma piscina. Mas não, aqui, George Clooney é uma escada engraçada e bem encaixada para a estrela de Sandra Bullock brilhar.

Parece, a princípio, um filme que não leva a nada. Mas quando saí do cinema, estava pensando em tudo aquilo que vi e no drama da personagem principal. E, é claro, na sua transformação, que a fez aceitar a ideia de morte (que tirou preciosas coisas da vida dela) para, enfim, lutar pela sua sobrevivência. É, realmente, um bom filme.

Mas aqui vai um aviso: se não viu ainda, #corre. Esse é um filme para se ver no cinema, na telona. Não só pelas coxas da Sandra Bullock, de shortinho, voando para lá e para cá dentro da Estação Espacial Internacional – motivo esse que meu amigo alegou que era o principal para se assistir ao filme. Não – que fique claro, para a manutenção do pacifismo que é meu namoro, que eu nem liguei pra isso, tá? Muito bem. Voltando. Você deve ver esse filme no cinema pelo mergulho que se dá em algo tão vazio (espaço) aos olhos de uma personagem com dramas profundos.

Se eu tivesse que dar uma nota, seria 3,8 de 5.

Pois bem, como eu disse: #corre.

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